sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Illusion

O amor sem cor e sem vida, contado pela

Perspectiva da pessoa que vier, que na

Vida também se entregou, a um traste qualquer.

Sua história foi pouca, sua caminhada menor ainda,

Pois não soube nem ao menos identificar a pior

Das espécies, hoje chora pesadas lágrimas

De desgosto infantil, contendo apenas pesares

E auto descarrego, culpando-se sem ação,

Por atos inúteis que lhe seria melhor não ter

Cometido, fingir amar e deixar se entregar a curiosidade.

Fugindo logo depois de tudo e todos achando ser a melhor opção,

Mais mal sabia ela que além de uma mortífera doença, algo no seu ventre

Se abrigava e crescia prontamente para seu maior desespero.

Pois é, é isso que eu escrevo quando penso em jovens mães e DST’S,fazer o que né.

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